segunda-feira, 27 de maio de 2013

“nós e a esperança”







Nada temos, pois, em nós mesmos, de que nos possamos orgulhar. Não temos nenhum motivo para exaltação própria. Nosso único motivo de esperança está na justiça de Cristo a nós imputada, e naquela atuação do Seu Espírito em nós e através de nós...  A vida em Cristo é uma vida de descanso. Pode não haver êxtase de sentimentos, mas deve existir uma constante, serena confiança. Vossa esperança não está em vós mesmos; está em Cristo. Vossa fraqueza se acha unida à Sua força, vossa ignorância à Sua sabedoria, vossa fragilidade ao Seu eterno poder. Não deveis, pois, olhar para vós mesmos, nem permitir que o pensamento demore no próprio eu, mas olhai para Cristo. Que o pensamento demore em Seu amor, na formosura e perfeição de Seu caráter.

(Caminho a Cristo, Ellen G. White). 

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Sinais de que Cristo Voltará em Breve




    A Grande Profecia de Nosso Senhor 
    Cristo preveniu Seus discípulos da destruição de Jerusalém e dos sinais que ocorreriam antes da vinda do Filho do homem. Todo o capítulo vinte e quatro de Mateus é uma profecia a respeito dos acontecimentos que precederão esse evento, e a destruição de Jerusalém é usada para representar a última grande destruição do mundo pelo fogo. Manuscrito 77, 1899. 
    Cristo, no Monte das Oliveiras, enumerou os juízos terríveis que deviam preceder Sua volta: "E ouvireis de guerras e de rumores de guerras." "Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. Mas todas estas coisas são o princípio de dores." Mat. 24:6 e 7. Se bem que essas profecias tivessem tido cumprimento parcial na destruição de Jerusalém, aplicam-se mais diretamente aos últimos dias. Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 351. 
  
Sinais nos Céus 

    Ao fim da grande perseguição papal, declarou Cristo, o Sol se escureceria, e a Lua não daria sua luz. Em seguida, cairiam as estrelas do céu. E Ele diz: "Aprendei pois esta parábola da figueira: Quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão. Igualmente, quando virdes todas estas coisas, sabei que Ele está próximo às portas." Mat. 24:32 e 33. 
    Cristo deu sinais de Sua vinda. Declara que podemos conhecer quando Ele está perto, às portas. Ele diz daqueles que vêem estas coisas: "Não passará esta geração sem que todas estas coisas aconteçam." Estes sinais apareceram. Agora sabemos com certeza que a vinda do Senhor está às portas. O Desejado de Todas as Nações, pág. 632. 

    Sinais na Terra 
 Declara Jesus: "E haverá sinais no Sol, na Lua e nas estrelas; e na Terra angústia das nações." Luc. 21:25; Mat. 24:29; Mar. 13:24-26; Apoc. 6:12-17. Os que contemplam estes prenúncios de Sua vinda, devem saber que "está próximo, às portas". Mat. 24:33. O Grande Conflito, págs. 37 e 38. 
    As nações estão agitadas. Tempos de perplexidade se acham diante de nós. O coração dos homens está desmaiando de terror das coisas que sobrevirão ao mundo. Mas os que crêem em Deus ouvirão Sua voz em meio à tormenta, dizendo: "Sou Eu. Não temais." The Signs of the Times, 9 de outubro de 1901. 
 Estranha e momentosa história está sendo registrada nos livros do Céu - eventos que, segundo foi declarado, precederiam de perto o grande dia de Deus. Tudo no mundo está em agitação. Manuscript Releases, vol. 3, pág. 313. 

    Falsos Profetas 
    Como um dos sinais da destruição de Jerusalém, Cristo havia dito: "E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos." Mat. 24:11. Ergueram-se falsos profetas, enganando o povo, e levando grande número ao deserto. Mágicos e exorcistas, pretendendo miraculoso poder, arrastaram o povo após si, às solidões das montanhas. Mas esta profecia foi dada também para os últimos dias. Este sinal é o indício do segundo advento. O Desejado de Todas as Nações, pág. 631. 
    Encontraremos falsas pretensões; erguer-se-ão falsos profetas; haverá falsos sonhos e visões falsas; pregai, porém, a Palavra, não vos desvieis da voz de Deus em Sua Palavra. Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 49. 
    Têm-me sido mostrados muitos que pretenderão ser especialmente ensinados por Deus, e tentarão levar outros, e por erradas idéias de dever empreenderão uma obra que Deus nunca pôs sobre eles. O resultado será confusão. Busque cada um a Deus com mais fervor por si mesmo, para que possa compreender individualmente Sua vontade. Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 72. 

    Glutonaria e Intemperança 

    A glutonaria e a intemperança constituem o fundamento da grande depravação moral em nosso mundo. Satanás está ciente disso, e tenta constantemente a homens e mulheres para que condescendam com a gula à custa da saúde e mesmo da própria vida. Comer, beber e vestir-se tornam-se o alvo da vida para o mundo. Tal estado de coisas existia antes do dilúvio. E este estado de dissipação é uma das marcantes evidências da breve terminação da história terrestre. Carta 34, 1875. 
    O quadro que a Inspiração nos deu do mundo antediluviano representa mui verdadeiramente a condição a que rapidamente a sociedade moderna caminha. Patriarcas e Profetas, pág. 102. 
 Sabemos que o Senhor virá muito em breve. O mundo está rapidamente se tornando como era nos dias de Noé. Ele se acha entregue à condescendência egoísta. O comer e o beber são levados a excessos. Os homens estão tomando as nocivas bebidas alcoólicas que os deixam transtornados. Carta 308, 1907. 

    Atos de Violência 

    Nos dias de Noé a esmagadora maioria se opunha à verdade, e se apaixonara por um conjunto de falsidades. A Terra estava cheia de violência. A guerra, o crime e o homicídio eram a ordem do dia. Assim será também antes da segunda vinda de Cristo. The Seventh-day Adventist Bible Commentary, vol. 1, pág. 1.090. 
    As uniões trabalhistas rapidamente se agitam e apelam à violência se suas reivindicações não são atendidas. Mais e mais claro está se tornando que os habitantes do mundo não estão em harmonia com Deus. Nenhuma teoria científica pode explicar a firme marcha de obreiros iníquos sob o comando de Satanás. Em toda multidão, anjos ímpios estão em operação, instando homens a cometer atos de violência. ... 
    A perversidade e crueldade dos homens alcançarão tal atitude que Deus Se revelará em Sua majestade. Muito em breve a impiedade do mundo terá atingido seu limite e, como nos dias de Noé, Deus derramará os Seus juízos. Olhando Para o Alto (Meditações Matinais, 1983), pág. 328. 
    Os terríveis relatos que ouvimos de homicídios e roubos, de acidentes ferroviários e atos de violência, declaram que o fim de todas as coisas está próximo. Agora, agora mesmo, precisamos estar nos preparando para a segunda vinda do Senhor. Carta 308, 1907. 

segunda-feira, 13 de maio de 2013

O que estamos lendo?

O inimigo [Satanás] sabe que, em alto grau, a mente é afetada por aquilo de que se alimenta. Ele está tentando dirigir tanto os jovens como os de idade madura à leitura de romances, contos e outros gêneros. Cedendo à tentação que sempre os assalta, logo perdem o gosto pela leitura sadia. Não têm mais interesse no estudo da Bíblia. Ficam com a força moral debilitada. O pecado lhes parece cada vez menos repulsivo. Demonstram crescente infidelidade, desprazer cada vez maior pelos deveres práticos da vida. A mente pervertida fica preparada para assimilar qualquer leitura de caráter estimulante. [...]

Mesmo as obras que não desviam nem corrompem tão claramente devem ser evitadas, se comunicarem desprazer pelo estudo da Bíblia. Essa Palavra é o maná verdadeiro. Que todos reprimam o desejo de leituras que não são alimento para a mente. Não é possível realizar a obra de Deus com a percepção clara, enquanto a mente se acha ocupada com esse tipo de leitura. [...]

Examine a própria experiência quanto à influência das histórias frívolas. Pode você, depois desse tipo de leitura, abrir a Bíblia e ler com interesse a Palavra da vida? Não acha desinteressante o Livro de Deus? [...]

Para possuir saudável vigor mental, bem como princípios religiosos sólidos, os jovens devem viver em comunhão com Deus por intermédio de Sua Palavra. Indicando o caminho da salvação mediante Cristo, é a Bíblia nosso guia para uma vida mais elevada e melhor. Contém as mais interessantes e instrutivas histórias e biografias que já foram escritas. Aqueles cuja imaginação não foi pervertida pela leitura de ficção irão achar a Bíblia o mais interessante dos livros.

Rejeite resolutamente toda leitura inútil. Ela não fortalecerá sua espiritualidade, mas introduzirá na mente sentimentos que perverterão a imaginação, fazendo com que você pense menos em Jesus, demorando-se menos em Suas preciosas lições. [...]

A Bíblia é o Livro dos livros. Se você ama a Palavra de Deus, esquadrinhando-a quando tem oportunidade, para possuir seus ricos tesouros e estar perfeitamente aparelhado para toda boa obra, então pode ter certeza de que Jesus o está atraindo para Si (Ellen G. White, Signs of the Times, 13 de junho de 1906).

segunda-feira, 6 de maio de 2013

A oração do Senhor



    "Portanto, vós orareis assim." Mat. 6:9. 

    A oração do Senhor foi duas vezes dada por nosso Salvador - primeiro à multidão, no Sermão da Montanha, e outra vez, meses mais tarde, aos discípulos apenas. Por um breve período haviam eles estado ausentes de seu Senhor, quando, ao voltarem, O encontraram absorto em comunhão com Deus. Como despercebido de sua presença, Ele continuou a orar em voz alta. Um brilho celeste irradiava da face do Salvador. Parecia mesmo encontrar-Se na presença do Invisível. E havia um vivo poder em Suas palavras, o poder de alguém que fala com Deus. 

    O coração dos discípulos foi profundamente comovido enquanto eles escutavam. Tinham observado quão freqüentemente Jesus passava longas horas em solicitude, em comunhão com o Pai. Os dias, passava-os a servir às multidões que se comprimiam em torno dEle, e revelando os traiçoeiros sofismas dos rabis, e esse incessante labor deixava-O muitas vezes tão exausto que Sua mãe e Seus irmãos, e mesmo os discípulos, temiam que sacrificasse a vida. Ao volver, porém, das horas de oração que encerravam o cansativo dia, notavam-Lhe a expressão de paz na fisionomia, a sensação de refrigério que parecia desprender-se de Sua presença. Era de horas passadas com Deus que Ele saía, manhã após manhã, para levar aos homens a luz do Céu. Os discípulos haviam chegado a ligar essas horas de oração com o poder de Suas palavras e obras. Agora, ao escutar-Lhe as súplicas, sentiram o coração encher-se de respeito e humildade. Quando Ele acabou de orar, foi com certa convicção de sua profunda necessidade que exclamaram: "Senhor, ensina-nos a orar." Luc. 11:1. 

    Jesus não lhes apresenta nenhuma nova forma de oração. Aquilo que já anteriormente lhes ensinara, repete agora, como se lhes quisesse dizer: Vocês devem compreender o que já lhes dei. Isso encerra uma profundeza de sentido que vocês ainda não sondaram. 

    O Salvador não nos restringe, entretanto, ao emprego exato dessas palavras. Identificado com a humanidade, apresenta Seu próprio ideal de oração - palavras tão simples que podem ser adotadas por uma criancinha, e todavia tão compreensivas em sua amplitude que sua significação jamais poderá ser inteiramente apreendida pelos maiores espíritos. É-nos ensinado chegar a Deus com nosso tributo de ação de graças, dar a conhecer nossas necessidades, confessar os pecados que cometemos, e rogar por misericórdia, em harmonia com a Sua promessa. 

( O Maior discurso de Cristo, Ellen G. White)

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Chuvas na Bíblia: Temporã e Serôdia


Estes termos estão relacionados ao ciclo de chuva de Israel. A temporã regava a semente plantada e ajudava a germinar, enquanto a serôdia caía no fim do ciclo agrícola para amadurecer o grão e leva-lo até a colheita.

As duas eram importantes para ter uma boa colheita, sem a primeira não germinaria a semente, sem a segunda a espiga não estaria pronta para a colheita. Como o orvalho e a chuva são dados primeiro para fazer com que a semente germine, e então para amadurecer a colheita, assim é dado o Espírito Santo para levar avante, de uma etapa para outra, o processo de crescimento espiritual.(E recebereis poder, Ellen White).
Historicamente a chuva temporã caiu no Pentecostes, em 31d.C. Os discípulos oraram com intenso fervor para serem habilitados a se aproximar dos homens, Só depois de haverem entrado em união perfeita, quando não mais contendiam pelas posições mais elevadas, foi o Espírito derramado. (Testemunhos Seletos, vol.3, Ellen G. White)
 Assim como a "chuva temporã" foi dada, no derramamento do Espírito Santo no início do evangelho, para efetuar a germinação da preciosa semente, a "chuva serôdia" será dada em seu final para o amadurecimento da seara. (O Grande Conflito, pág. 611, Ellen G. White).

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Como estudar os Escritos de Ellen White


1. Comece a estudar com uma atitude de oração, crendo que eles contêm princípios de origem divina para abençoar sua vida. Não se esqueça de que os escritos dela jamais devem tomar o lugar da fé, do esforço, da iniciativa ou do estudo da Bíblia.

2. Estude todos os conselhos disponíveis acerca de determinado assunto para obter uma compreensão completa sobre esse tópico. Tire conclusões com base em tudo o que ela escreveu sobre um tema, e não se apoie em apenas uma declaração.

3. Estude os conselhos de Ellen White levando em conta seu contexto e sentido original. Melhor do que ler uma seleção de frases escolhidas por uma pessoa ou algum grupo, é estudar os conselhos através dos livros originais.

4. Tenha sempre em mente o tempo e as circunstâncias em que os conselhos de Ellen White foram originalmente formulados. Isso é especialmente importante quando se trata de conselhos que, a princípio, foram enviados para pessoas ou instituições específicas.

5. Em todos os casos, procure descobrir os princípios básicos que estão contidos nos conselhos, antes de aplicá-los a situações atuais. Os princípios que fundamentam os escritos de Ellen White têm aplicação universal.

6. Encare seriamente todos os escritos de Ellen White. Não aceite apenas algumas partes, enquanto rejeita outras.

7. Reconheça que os princípios expressos nos textos de Ellen White relacionados com a saúde não contrariam a ciência e estão sendo repetidamente confirmados pelas pesquisas através dos anos. Entretanto, se uma declaração ocasional despertar dúvida, lembre-se de que Deus jamais prometeu remover todas as dúvidas.

8. Seja absolutamente honesto consigo mesmo no que se refere à sua responsabilidade pessoal diante dos escritos de Ellen White. Estude para descobrir o que Deus quer que você compreenda, e não para encontrar apoio para conclusões pessoais.

9. Ao tirar conclusões com base nos escritos de Ellen White, seja tolerante com os outros. Pessoas com conhecimento e experiências diferentes podem reagir de forma diferente aos conselhos. Algumas coisas possivelmente terão de ser ajustadas diretamente entre Deus e a consciência da pessoa.

10. Não se desanime se tiver dificuldade para alcançar os ideais propostos nos escritos de Ellen White. Deus jamais rejeita ou descarta aqueles que, pela Sua graça, estão em processo de aperfeiçoamento.

(baseado no Guia Conectando com Jesus)


segunda-feira, 15 de abril de 2013

Como vencer...



    Vitória por Meio de Cristo 

    Sendo que o homem caído não podia vencer a Satanás na sua força humana, Cristo veio das cortes reais do Céu para ajudá-lo com Sua força humana  e divina combinadas. Cristo sabia que Adão no Éden com suas vantagens superiores podia ter enfrentado as tentações de Satanás e tê-lo vencido. Igualmente sabia que não era possível ao homem fora do Éden, separado da luz e do amor de Deus desde a queda, resistir às tentações de Satanás na sua própria força. Para trazer esperança ao homem e salvá-lo da completa ruína, Ele humilhou-Se a ponto de tomar a natureza humana, combinando o Seu poder divino com o humano, a fim de que pudesse alcançar o homem onde ele estava. Ele obteve para os caídos filhos e filhas de Adão a força, que por si mesmos é impossível obter, mas em Seu nome poderiam vencer as tentações de Satanás. 

    O exaltado Filho de Deus, ao assumir a humanidade, aproximou-Se do homem, ficando como o Substituto do pecador. Identificou-Se com os sofrimentos e aflições dos homens. Foi tentado em todos os pontos como o homem é tentado, para que pudesse socorrer àqueles que seriam tentados. Cristo venceu em lugar do pecador. 

    Jacó, na noite de sua visão, contemplou a Terra ligada ao Céu por uma escada que alcançava o trono de Deus. Ele viu os anjos de Deus, vestidos com vestimentas de brilho celestial, descendo do Céu e subindo ao Céu nessa luminosa escada. O pé da escada repousava na Terra, enquanto o seu topo alcançava o mais alto dos Céus, tocando no trono de Jeová, O brilho do trono de Deus irradiava pela escada abaixo e refletia uma luz de glória inexprimível sobre a Terra. Essa escada representava a Cristo, que abriu a comunicação entre a Terra e o Céu. 

    Na humilhação de Cristo, Ele desceu às mais profundas misérias humanas, em simpatia e compaixão pelo homem caído, que era representado por Jacó, num dos lados da escada, que tocava a Terra, enquanto o topo da escada, que alcançava o Céu, representava o poder divino de Cristo segurando o Infinito, e assim unia a Terra ao Céu e o homem finito ao infinito Deus. Através de Cristo a comunicação está aberta entre Deus e o homem. Anjos podem ir e vir do Céu à Terra, com mensagens de amor ao homem caído, e ajudar aqueles que herdarão a salvação. É através de Cristo, unicamente, que os mensageiros celestes assistem aos homens. 

    Adão e Eva, no Éden, foram colocados sob circunstâncias bem favoráveis. Tinham o privilégio da comunhão com Deus e os anjos. Estavam livres da condenação do pecado. A luz de Deus e dos anjos estava com eles e ao redor deles. O Autor da vida era o seu professor. Mas eles caíram sob o poder e tentações do manhoso inimigo. Por quatro mil anos Satanás tinha trabalhado contra o governo de Deus e obtivera força e experiência de tal prática. 

    Os homens caídos não tinham as vantagens de Adão no Éden. Tinham estado separados de Deus por quatro mil anos. A sabedoria para entender e o poder para resistir às tentações de Satanás tinham-se tornado cada vez menores. Até parecia que Satanás reinava triunfantemente sobre a Terra. 

O apetite e a paixão, o amor ao mundo e os pecados insolentes foram as grandes ramificações do mal, das quais cresceram muitas espécies de crime, violência e corrupção. Satanás foi vencido no seu objetivo de dominar a Cristo consoante ao apetite. E aqui, no deserto, Cristo alcançou a vitória em favor da humanidade, justamente no ponto do apetite, tornando possível ao homem, no tempo futuro, em Seu nome, vencer a força do apetite em seu próprio benefício. 

(Ellen G. White, No Deserto da Tentação)